Irwin Hoffman (1942-2026)
Desdobramento do Pensamento
Hoffman começa com críticas ao modelo positivista da psicanálise clássica — a ideia de que o analista pode ser um observador neutro e objetivo. Em Ritual and Spontaneity in the Psychoanalytic Process (1998), apresenta sua posição madura: o construtivismo dialético como alternativa tanto ao objetivismo clássico quanto ao relativismo radical. Em obras posteriores, aprofunda as dimensões éticas e existenciais da situação analítica, conectando-a à consciência da morte e à urgência que essa consciência confere ao encontro analítico.